Bastidores: Luís Castro e futebol foram contra Botafogo inverter mando contra o Flamengo

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Após dias de incógnita, o martelo foi batido e Flamengo x Botafogo, pela 5ª rodada do Brasileirão, será em Brasília. Sem poder contar o Maracanã, o Rubro-Negro inicialmente ofereceu uma inversão de mando com o Alvinegro, que recusou. A opção restante foi sair do Rio de Janeiro.

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    A questão é que, nas primeiras conversas, o Botafogo até inclinou de forma positiva ao pedido do Flamengo em colocar a partida no Estádio Nilton Santos. A postura decisiva para a definição foi de Luís Castro e do departamento de futebol. As pessoas que cuidam da bola rolando não concordaram com a mudança e gerou a palavra final do Glorioso.

    Nas negociações, a diretoria do Botafogo entendia que a possível inversão poderia vir a calhar por questões logísticas. Com o clássico no Nilton Santos, o Botafogo emendaria três jogos em casa e evitaria mais uma viagem.

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    A diretoria do Botafogo entendia que, inicialmente, esse era um plano viável e até chegou a dar uma primeira impressão positiva ao Flamengo. A questão é que Luís Castro rechaçou a possibilidade desde o primeiro momento quando soube do negócio. O português tinha o apoio de todo o departamento de futebol.

    Os contatos iniciais foram feitos com Flamengo e a diretoria do Botafogo, que inclinou de forma positiva. Quando o assunto chegou no Departamento de Futebol foi rechaçado quase de forma instantânea. Auxiliares, funcionários do dia a dia e Luís Castro tiveram o mesmo pensamento: não à inversão. O coletivo estava definido e, aí, a diretoria levou isso à frente.

    Para o treinador, a inversão do mando de campo não fazia sentido e não deveria ir para frente. Dito e feito. Apesar da avaliação inicial, essa virou a posição inicial do Botafogo por respeitar e concordar com a visão do técnico do time. O português considerou que o regulamento deveria ser seguido.

    A partir disso, o Botafogo passou a acenar negativamente com o pedido do Flamengo e a trajetória das conversas mudou. Brasília, então, apareceu como a opção mais viável.

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